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3 Causas de poças em campo sintético (e como evitá-las)

Nada compromete mais a experiência de um jogador — e a agenda de um locador — do que um campo alagado. Além do risco de quedas e lesões, as famosas poças d’água dão um aspecto de abandono ao gramado e aceleram o desgaste dos materiais.

Se o seu campo sintético está “formando lagos” após qualquer chuva passageira, o problema não é a água, mas sim o que está por baixo ou por cima da fibra.

Neste post, vamos identificar as 3 causas principais do acúmulo de água e como garantir que o seu campo tenha uma drenagem impecável.

1. Compactação excessiva do Infill (Preenchimento)

Esta é, sem dúvida, a causa número um. O infill (seja ele borracha, cortiça ou areia) serve para dar estabilidade e amortecimento. No entanto, com o uso intenso e a falta de manutenção, esse material tende a se compactar, criando uma camada endurecida e quase impermeável na base da grama.

  • O efeito: A água não consegue atravessar o preenchimento para chegar aos furos de drenagem do tapete.
  • A solução: Realizar a descompactação periódica com escovação mecanizada. Isso solta os grânulos e devolve a porosidade ao sistema.

2. Falhas no projeto da Base e Sub-base

A grama sintética, por si só, é drenante. O tapete possui furos estrategicamente posicionados para a passagem da água. Mas, se o solo abaixo dele não estiver preparado, a água não tem para onde ir.

  • O problema: Se a sub-base (feita de brita ou pó de pedra) foi mal nivelada ou não possui o caimento adequado (geralmente de 0,5% a 1% do centro para as laterais), a água fica estagnada. Outro fator comum é o entupimento dos drenos periféricos por detritos.
  • O sinal de alerta: Se as poças surgem sempre nos mesmos lugares, é um forte indício de selamento da base ou depressões no terreno.

3. Acúmulo de sujeira e “Finos” (Matéria Orgânica)

Muitas vezes, o vilão não é a construção, mas o ambiente ao redor. Poeira, folhas secas, poluição e até restos de sementes trazidos pelo vento ou pelos calçados dos atletas criam uma camada de “lama invisível” entre as fibras.

  • Como acontece: Esses sedimentos finos penetram no gramado e bloqueiam os orifícios de drenagem do tapete sintético. É como se você colocasse uma tampa nos ralos do campo.
  • Dica Sportlink: Mantenha o entorno do campo limpo e utilize barreiras (como calçadas ou pedriscos) para evitar que os jogadores tragam terra para dentro da área de jogo.

Como a Sportlink resolve esse problema?

Na Sportlink, entendemos que um campo de alta performance é um sistema completo. Nossos gramados são fabricados com um sistema de perfuração de alta precisão, garantindo que o tapete suporte grandes volumes de chuva sem alagar.

Além disso, orientamos nossos clientes sobre a importância da escolha de materiais de qualidade e de um projeto de engenharia de base que respeite as normas internacionais de drenagem.

O seu campo está sofrendo com alagamentos?

Não espere o prejuízo aumentar. Nossa equipe técnica pode te ajudar a identificar o problema e sugerir a melhor solução de revitalização ou instalação.

[Clique aqui e solicite um diagnóstico com os especialistas da Sportlink!]Nada compromete mais a experiência de um jogador — e a agenda de um locador — do que um campo alagado. Além do risco de quedas e lesões, as famosas poças d’água dão um aspecto de abandono ao gramado e aceleram o desgaste dos materiais.

Se o seu campo sintético está “formando lagos” após qualquer chuva passageira, o problema não é a água, mas sim o que está por baixo ou por cima da fibra.

Neste post, vamos identificar as 3 causas principais do acúmulo de água e como garantir que o seu campo tenha uma drenagem impecável.

1. Compactação excessiva do Infill (Preenchimento)

Esta é, sem dúvida, a causa número um. O infill (seja ele borracha, cortiça ou areia) serve para dar estabilidade e amortecimento. No entanto, com o uso intenso e a falta de manutenção, esse material tende a se compactar, criando uma camada endurecida e quase impermeável na base da grama.

  • O efeito: A água não consegue atravessar o preenchimento para chegar aos furos de drenagem do tapete.
  • A solução: Realizar a descompactação periódica com escovação mecanizada. Isso solta os grânulos e devolve a porosidade ao sistema.

2. Falhas no projeto da Base e Sub-base

A grama sintética, por si só, é drenante. O tapete possui furos estrategicamente posicionados para a passagem da água. Mas, se o solo abaixo dele não estiver preparado, a água não tem para onde ir.

  • O problema: Se a sub-base (feita de brita ou pó de pedra) foi mal nivelada ou não possui o caimento adequado (geralmente de 0,5% a 1% do centro para as laterais), a água fica estagnada. Outro fator comum é o entupimento dos drenos periféricos por detritos.
  • O sinal de alerta: Se as poças surgem sempre nos mesmos lugares, é um forte indício de selamento da base ou depressões no terreno.

3. Acúmulo de sujeira e “Finos” (Matéria Orgânica)

Muitas vezes, o vilão não é a construção, mas o ambiente ao redor. Poeira, folhas secas, poluição e até restos de sementes trazidos pelo vento ou pelos calçados dos atletas criam uma camada de “lama invisível” entre as fibras.

  • Como acontece: Esses sedimentos finos penetram no gramado e bloqueiam os orifícios de drenagem do tapete sintético. É como se você colocasse uma tampa nos ralos do campo.
  • Dica Sportlink: Mantenha o entorno do campo limpo e utilize barreiras (como calçadas ou pedriscos) para evitar que os jogadores tragam terra para dentro da área de jogo.

Como a Sportlink resolve esse problema?

Na Sportlink, entendemos que um campo de alta performance é um sistema completo. Nossos gramados são fabricados com um sistema de perfuração de alta precisão, garantindo que o tapete suporte grandes volumes de chuva sem alagar.

Além disso, orientamos nossos clientes sobre a importância da escolha de materiais de qualidade e de um projeto de engenharia de base que respeite as normas internacionais de drenagem.

O seu campo está sofrendo com alagamentos?

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