Entenda por que muitos conceitos sobre pisos e gramados sintéticos estão ultrapassados, como a tecnologia evoluiu e de que forma a Sportlink atua como autoridade técnica para transformar suas decisões esportivas em investimentos seguros, modernos e sustentáveis!
Por que ainda existem tantos mitos sobre o sintético?
Mesmo com a ampla adoção de superfícies sintéticas em centros de treinamento, clubes profissionais, escolas, condomínios e arenas esportivas, o tema ainda é cercado por desinformação. Muitos gestores, atletas e tomadores de decisão baseiam suas opiniões em experiências antigas ou em sistemas de baixa qualidade que não representam mais a realidade do mercado atual.
Os principais motivos para a persistência desses mitos são:
• Comparações com sistemas sintéticos ultrapassados
• Falta de atualização técnica sobre novas tecnologias
• Generalização de soluções de baixa performance
• Ausência de critérios claros na especificação do projeto
É exatamente nesse ponto que a autoridade técnica se torna fundamental. Entender o sintético como um sistema de engenharia esportiva, e não apenas como um “tapete artificial”, muda completamente a forma de avaliar desempenho, segurança e custo-benefício.
A Sportlink atua justamente para preencher essa lacuna, traduzindo tecnologia em decisões técnicas corretas, e agora vamos te contar sobre os mitos mais comuns quando o assunto é grama sintética!
Mito 1: “Grama sintética é sempre pior que a grama natural”
Esse é o mito mais comum, e também o mais impreciso.
Durante muitos anos, a grama natural foi vista como o único padrão aceitável para esportes de alto nível. No entanto, essa comparação ignora um fator essencial: a condição real de uso e manutenção.
A realidade técnica por trás do mito
Na prática, um campo natural só entrega alta performance quando recebe:
• Irrigação constante
• Manutenção especializada
• Poda, adubação e nivelamento frequentes
• Períodos de descanso entre usos
Já campos sintéticos modernos são projetados para oferecer:
• Performance constante
• Superfície uniforme
• Uso intensivo diário
• Menor dependência de variáveis climáticas
Quando bem especificado, o sintético não busca “imitar” o natural, mas resolver limitações reais de operação, especialmente em ambientes urbanos e projetos de alta demanda.
Mito 2: “O sintético causa mais lesões”
Esse argumento tem origem nos primeiros sistemas sintéticos, que apresentavam superfícies mais rígidas e menor absorção de impacto. Hoje, essa afirmação não se sustenta tecnicamente.
Como os sistemas modernos tratam a segurança do atleta
Atualmente, gramados e pisos sintéticos de alto padrão são desenvolvidos com base em estudos biomecânicos e testes laboratoriais rigorosos que avaliam critérios como:
• Absorção de impacto
• Retorno de energia
• Estabilidade rotacional
• Atrito controlado
• Uniformidade da superfície
Esses parâmetros são, inclusive, exigidos por certificações internacionais como a FIFA.
Superfícies naturais mal-conservadas, por outro lado, apresentam:
• Buracos e desníveis
• Áreas compactadas
• Diferença de aderência ao longo do campo
Ou seja, o risco de lesão está muito mais ligado à qualidade do sistema como um todo e da manutenção do mesmo no campo, do que ao fato de ser sintético ou natural.
Mito 3: “Sintético é desconfortável para jogar”
Outro mito recorrente é a ideia de que o sintético seria duro, artificial ou pouco confortável ao toque e à pisada.
Porém conforto é engenharia, não material!
O conforto de uma superfície esportiva depende da combinação correta entre:
• Tipo de fibra
• Densidade (DTEX)
• Altura do gramado
• Sistema de infill (preenchimento)
• Camadas de amortecimento
Quando esses elementos são corretamente projetados, o resultado é uma superfície:
• Macia ao toque
• Estável para mudanças de direção
• Confortável para quedas e deslizes
• Adequada para longos períodos de uso
A Sportlink trabalha com sistemas que priorizam exatamente esse equilíbrio, entregando conforto real, mensurável e percebido pelo atleta.
Mito 4: “Campos sintéticos esquentam demais”
Esse é um dos mitos mais discutidos atualmente, e um dos que mais dependem da especificação correta do sistema.
O que realmente influencia o aquecimento do campo?
O aumento excessivo de temperatura não é uma característica obrigatória do sintético, mas sim consequência de escolhas técnicas inadequadas, como:
• Uso de infill de borracha preta (SBR)
• Baixa densidade de fibras
• Cobertura insuficiente do infill
• Ausência de materiais com baixa condutividade térmica
Soluções modernas, como fibras de alta densidade e infills alternativos (ex.: cortiça), reduzem significativamente esse problema, proporcionando:
• Menor absorção de calor
• Dissipação térmica mais eficiente
• Maior conforto ao usuário
Ou seja, o calor não é um problema do sintético, é um problema de projeto.
Mito 5: “Sintético não é sustentável”
Existe uma associação automática entre gramado sintético e impacto ambiental negativo. Porém, quando analisamos o ciclo de vida completo, a realidade é outra.
Sustentabilidade além da aparência
Campos naturais demandam:
• MUITO consumo de água
• Uso constante de fertilizantes e defensivos
• Equipamentos movidos a combustível
• Manutenção intensiva ao longo dos anos
Já sistemas sintéticos de alta qualidade oferecem:
• Redução drástica no consumo de água
• Menor uso de produtos químicos
• Longa vida útil de até 15 anos
• Possibilidade de reciclagem de componentes
Além disso, novas tecnologias utilizam matérias-primas renováveis e soluções alinhadas a práticas de ESG, como por exemplo o infill de cortiça, que é um material 100% natural e sustentável.
A Sportlink integra sustentabilidade ao projeto desde a fase de especificação, não como discurso, mas como decisão técnica.
Mito 6: “Sintético é apenas para projetos de baixo orçamento”
Esse mito ignora completamente a realidade do esporte profissional moderno.
Hoje, superfícies sintéticas são utilizadas em todo o mundo em:
• Centros de treinamento de clubes profissionais
• Campos profissionais certificados pela FIFA, que recebem competições de renome mundial
• Arenas multiuso
• Projetos públicos de alto impacto social
O motivo é simples: previsibilidade, durabilidade e controle de desempenho.
Para quem gerencia um espaço esportivo, isso significa:
• Menos interrupções
• Mais horas de uso
• Menor custo operacional ao longo do tempo
• Retorno mais rápido do investimento
Sintético não é sinônimo de economia imediata, mas de inteligência no longo prazo.
Autoridade técnica: o que realmente diferencia um bom projeto sintético?
Nem todo campo sintético é igual. A verdadeira diferença está na autoridade técnica por trás da solução.
Um projeto bem especificado considera:
• Perfil de uso do campo
• Modalidade esportiva
• Intensidade e frequência de uso
• Condições climáticas locais
• Normas técnicas e certificações
A Sportlink atua exatamente nesse ponto crítico, oferecendo não apenas produtos, mas consultoria para sistemas completos, com suporte técnico desde o conceito até a entrega final.
Certificações e normas: quando o sintético atinge o padrão internacional
No esporte de alto nível, não basta “parecer bom”. É preciso comprovar desempenho. Certificações como a FIFA Quality e FIFA Quality Pro avaliam critérios rigorosos, entre eles:
• Absorção de impacto
• Retorno de energia
• Resistência das fibras
• Segurança em movimentos rotacionais
• Rolagem e quique da bola
Projetos que atendem a esses padrões oferecem:
• Segurança validada
• Reconhecimento internacional
• Valorização do ativo esportivo
• Maior credibilidade institucional
A Sportlink oferece suporte técnico completo para projetos que buscam esse nível de excelência. E isso só é possível com tecnologia, engenharia e conhecimento técnico — pilares que definem a atuação da Sportlink.
Autoridade se constrói com conhecimento, não com achismos!
Os mitos do sintético ainda existem porque o mercado evolui mais rápido do que a informação. Questionar esses conceitos não é uma questão de opinião, mas de análise técnica e evidência prática.
A Sportlink se posiciona como autoridade justamente por enfrentar esses mitos com dados, engenharia e soluções testadas, ajudando gestores, clubes e instituições a tomarem decisões mais seguras e estratégicas.
Sintético não é o problema. O problema é decidir sem conhecimento.
Se você está planejando um novo projeto esportivo ou avaliando a modernização de um espaço existente, contar com uma marca que entende profundamente os mitos e as verdades do sintético faz toda a diferença.
Entre em contato com a equipe técnica da Sportlink e descubra como transformar seu projeto em uma referência de performance, segurança e credibilidade.